Jon Stewart

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Jon Stewart
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Jon Stewart (nome de nascimento: Jonathan Stuart Leibowitz; 28 de Novembro de 1962)),é um comediante, satírico, actor, escritor e produtor americano. É conhecido por ser apresentador do programa The Daily Show. Devido ao conteúdo político do seu programa, Stewart é uma das figuras mais conhecidas e respeitadas dos Estados Unidos da América.


Várias[editar]

  • Assinei o quê? Pensava que estava a encomendar TV Cabo. [Quando foi contratado para o The Daily Show].
  • Já estive no Canadá e fiquei sempre com a impressão de que podia conquistar o país em 2 dias.
  • Muitos dos nossos soldados estão no Camp Coyote a sul da fronteira iraquiana. É assim que sabemos que temos um exército forte, quando dizemos ao nosso inimigo exactamente onde é o campo e como se chama.
  • Mais de 150 chefes de Estado estiveram na cimeira das Nações Unidas e deram a oportunidade aos habitantes de Nova Iorque de ter contacto com preconceitos que nem sequer tinham.
  • Nós temo-la. A arma desaparecida. A prova. A potencial arma de destruição massiva que usamos como pretexto para invadir o Iraque. Só há um problema - está na Coreia do Norte.
  • Temos de continuar a tentar fazer um bom trabalho, e esperar que isso nos leve a mais bom trabalho. Eu quero olhar para trás na minha carreira e ficar orgulhoso do trabalho, e ficar orgulhoso por ter tentado tudo. Sim, quero olhar para trás e saber que fui terrível numa variedade de coisas.
  • As insónias são a minha maior inspiração.
  • Sempre quis ser um jovem Charles Kuralt. Comecei neste negócio com uma Winnebago e um sonho.
  • Há sempre ansiedade quando se começa um emprego... sou o único gajo que não sabe onde está o ketchup.
  • A taxa de aprovação do Presidente Bush fez uma espécie de mergulho. Uma queda acentuada, se preferirem. Isto levou o Presidente Bush a tirar uma conclusão: Ele é o único que se apercebe do bom trabalho que está a fazer.
  • Numa nota pessoal, sou um comediante que goza com o que acredito serem coisas absurdas do nosso governo. Amanhã quando forem votar, dificultem-me a vida. Façam os próximos anos tão difíceis para que, todas as manhãs, tudo o que conseguirmos fazer seja aparecer e dizer "A Madonna vai fazer alguma coisa com a Kaballah, querem fazer isso?". Gostava disso. Estou cansado. [no último programa do The Daily Show antes das eleições presidenciais americanas de 2004].

Óscares[editar]

  • Boa noite, senhoras, senhores... Felicity.
  • Os Óscares são a única noite do ano em que podemos ver as nossas estrelas favoritas sem ter de doar dinheiro para o Partido Democrata. E também é bom para as estrelas porque é a primeira vez que muitos de vocês votaram num vencedor.
  • Eu digo-vos que filmes têm sucesso, os remakes. King Kong, já foi feito algumas vezes, desta vez, foi um êxito. War Of The Worlds, remake, gigantesco. Walk The Line, foi Ray com brancos. Remakes!
  • Pensava mesmo que a maquilhagem de Cinderlla Man devia ter ganhado. Quer dizer, é tão difícil fazer parecer que o Russel Crowe esteve numa luta.
  • Tenho uma má notícia. A Bjork não pode estar connosco esta noite. Ela estava a experimentar o vestido e o Dick Cheney alvejou-a.
  • Para aqueles que estão a somar os Óscares em casa, quero que percebam bem isto: Martin Scorcese, zero Óscares, Three Six Mafia, um.
  • A Julie Christie esteve absolutamente maravilhosa em Away From Her. É um filme brilhante. É uma história comovente de uma mulher que se esquece do seu marido. A Hillary Clinton chama-o o melhor filme para se sentir bem deste ano.
  • O Óscar faz 80 anos, algo que o torna o principal candidato do partido republicano.
  • Temos de admitir, esta é uma grande eleição. Uma eleição histórica. Tanto entusiasmo. Pela primeira vez em tantos anos não temos um presidente ou vice-presidente definido. O campo está aberto. Já examinaram todos os candidatos, estudaram as suas posições e escolheram o Democrata em que vão votar?
  • Se em casa se estão a perguntar o que fazemos nos intervalos, no geral gozamos com o que estão a usar em casa.

Filmes[editar]

  • Posso aparecer em 20 filmes, mas nunca serei um actor.
  • Eu tenho o papel do gajo que tem a explicação cientifica para tudo, tal como em todos os filmes de Ficção Cientifica já feitos, por isso já sabem que estou morto praticamente desde o momento em que apareço. É quase como ser o negro num filme sobre Ficção Espacial. [sobre o seu papel no filme The Faculty].
  • Quando consegui o papel, disse a toda a gente, "Eu estou num filme e faço de namorado da Goldie Hawn!" Depois o filme estreia e eu não apareço, e isso é uma das coisas mais embaraçosas de sempre. [sobre a sua participação no filme O Clube das Divorciadas que foi cortada na integra da versão final].
  • Acho que eles pensavam que eu era o tipo da comida. [sobre os seus colegas em Playing By Heart]

Mensagem no 11 de Setembro[editar]

  • Sentimos que só o facto de fazermos o programa é um privilégio. Até a ideia de que nos sentamos na fila de trás do país a fazer estalidos... que é mesmo o que fazemos. Sentámo-nos na fila de trás do país e atirámos bolas de cuspo - mas nunca sem esquecer que é um luxo estarmos num país que nos permite fazer isso. Isto é, um país que permite uma sátira aberta, e eu sei que parece algo básico e que não vale a pena dizer, mas é mesmo essa a situação. É a diferença entre aberto e fechado. A diferença entre liberdade e... um fardo.
  • A razão pela qual não entro em desespero é porque...este ataque aconteceu. Não é um sonho. Porém, o rescaldo, a recuperação... é um sonho tornado realidade. E esse é o sonho do Martin Luther King.
  • Quaisquer barreiras que tenhamos construído, desapareceram. Mesmo que seja apenas temporário. Não estamos a julgar as pessoas pela cor da pele, mas pelo seu carácter. Sabem, toda esta discussão sobre "estes tipos são génios criminais. Eles juntaram-se e com o seu engenho extraordinário e a sua inteligência e as suas capacidades..." É tudo mentira. Qualquer idiota consegue fazer explodir coisas. Qualquer idiota consegue destruir. Mas ver estas pessoas, estes bombeiros e estes polícias e pessoas de todo o país, literalmente com baldes, a reconstruir... isso é extraordinário. E é por isso que já ganhámos... eles não podem... é a luz. É a Democracia. Eles não podem desligá-la.
  • Eles vivem no caos e o caos não pode sobreviver, nunca pôde. É demasiado fácil e insatisfatório.
  • A vista... do meu apartamento... era o World Trade Center... e agora desapareceu, e eles atacaram-no. Este símbolo da inovação, e força, e trabalho, e imaginação, e prosperidade, e desapareceu. Mas sabem o que se vê agora? A Estátua da Liberdade. A vista do sul de Manhattan agora é a Estátua da Liberdade. Não podem bater isso.

Debate no Crossfire[editar]

[em 2004, Jon Stewart confrontou os apresentadores de um programa de debate americano que considerava estar a fazer teatro e não debate]

  • Fiz um esforço grande para vir ao programa hoje, porque, em privado com os meus amigos e também ocasionalmente em jornais e programas de televisão, disse que este programa era mau.
  • E queria - senti que não era justo e devia vir aqui dizer-vos que magoa a América mais do que é mau. Mas queria vir aqui dizer... parem, parem de magoar a América.

Jon: Deixem isto e venham trabalhar connosco.
Apresentador: Quanto pagam?
Jon: Não é muito, mas conseguem dormir à noite.

  • Sabe, é interessante ouvi-lo falar sobre a minha responsabilidade. Não me apercebi disso, e talvez isso explique muita coisa... As organizações noticiosas comparam a sua credibilidade com a Comedy Central...

  • Não estou aqui para confrontar-vos porque precisamos da ajuda dos media e eles estão a magoar-nos.

Jon: Quantos anos tem?
Apresentador: 35.
Jon: E usa um laço. (...) e não estou a sugerir que não é inteligente, porque eles não são fáceis de apertar.

  • Estão a fazer teatro quando deviam estar a fazer debate.

  • Vejo sempre o vosso programa e mata-me. (...) É tão doloroso vê-lo (...) porque precisamos do que fazem. Isto é uma oportunidade que têm de tirar os políticos das estratégias e do marketing.

Apresentador: Como é jantar consigo? Deve ser doloroso. Gosta de confrontar as pessoas assim ou vai a casa delas e diz-lhes que não estão a fazer nada bem, que estão a perder as suas oportunidades, a fugir das suas responsabilidades?
Jon: Se acho que estão...
Apresentador: Não queria jantar consigo. Deve ser horrível...
Jon: Eu sei, e não vai...

Apresentador: Acho que é mais engraçado no seu programa.
Jon: Sabe o que é interessante? O senhor é um palerma tão grande no seu programa como em qualquer outro.

[depois do programa]

  • Eles disseram que eu não estava a ser engraçado. E eu disse-lhes: "Sim, eu sei, mas amanhã vou voltar a ser engraçado e o vosso programa vai continuar a ser uma porcaria." [Jon Stewart no primeiro The Daily Show a seguir ao debate].
  • "Lutei contra a lei e a lei perdeu". [Jon Stewart no The Daily Show quando Crossfire foi cancelado].

Larry King[editar]

  • "O que quero dizer é que tu estás bem, tu trabalhas nisto sem guião há 40, 50, talvez 80... quantos anos?" [sobre a greve dos argumentistas que afectou o "Daily Show"].
  • "Se sou optimista? Eu sou judeu! Que tipo de pergunta é essa? Tenho sempre as malas feitas!"