João Baptista de Oliveira Figueiredo
Origem: Wikiquote, a coletânea de citações livre.
| Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências. Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes. |
| João Baptista de Oliveira Figueiredo |
|---|
|
|
João Baptista de Oliveira Figueiredo (Rio de Janeiro, Brasil, 15 de janeiro de 1918 – 24 de dezembro de 1999). Foi um militar e político brasileiro, sendo, entre 1979 e 1985, o último presidente da república no regime militar.
- “Juro que farei deste país uma democracia”
- - Ao tomar posse, em 15 de março de 1979.
- “Quem for contra a abertura, eu prendo e arrebento.”
- “Prefiro cheiro de cavalo do que cheiro de povo.”
- “Não posso obrigar o povo a gostar de mim. Sou o que sou, não vou mudar para que o povo goste.”
- “Se ganhasse salário mínimo, eu dava um tiro no coco.”
- “O que eu gosto mesmo é de clarim e de quartel.”
- “Me envaideço de ser grosso.”
- “Eu não disse que fazia? Eu não disse que fazia?”
- - Ao assinar a Lei da Anistia, em 27 de junho de 1979.
- “Eu quero que a Nação me esqueça.”
- “O turco não sentará no meu lugar de maneira nenhuma”, sobre a possibilidade de Paulo Maluf ser eleito no colégio eleitoral.
- “Tancredo never”
- - Trocadilho infame dito quando Tancredo Neves, presidente eleito do Brasil após o período da ditadura, morreu sem ter tomado posse do cargo.
[editar] Entrevista 1999
Entrevista concedida ao jornal O Globo, 4 meses antes de falecer e publicada em outubro de 1999:
- “É um vagabundo sem vergonha.”
- - Sobre o cantor, compositor e diplomata Vinícius de Moraes.
- “A solução pras favelas é jogar uma bomba atômica.”
- - Sobre a situação das favelas no Rio de Janeiro.
- “Eu cheguei e as bahianas já vieram me abraçando. Ficou um cheiro insuportável, cheguei no hotel tomei 3, 5, 7 banhos e aquele cheiro de preto não saia.”
- - Sobre a sua visita à Salvador na ocasião visitando o Senhor do Bonfim.