Grande Sertão: Veredas
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Grande Sertão: Veredas é um livro de João Guimarães Rosa, escrito em 1956.
- "Viver...o senhor já sabe: Viver é etecétera."
- - Grande Sertão: Veredas. Pág. 76
- "Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura."
- "O Diabo no meio da rua, no redemoinho..."
- "E o que era que eu queria? Ah, acho que não queria mesmo nada, de tanto que eu queria era – ficar sendo!"
- - Grande Sertão: Veredas. Pág. 318
- "O senhor sabe o que o silêncio é? É a gente mesmo, demais."
- - Grande Sertão: Veredas. Pág. 319
- "Enfim, cada um o que quer aprova, o senhor sabe: pão ou pães, questão de opiniães..."
- - Grande Sertão: Veredas. Pág. 8
[editar] Sobre o sertão
- "O sertão não tem janelas nem portas. E a regra é assim: ou o senhor bendito governa o sertão, ou o sertão maldito vos governa..." (p. 374);
- "O sertão me produz, depois me engoliu, depois me cuspiu do quente da boca..." (p. 443);
- "O sertão é do tamanho do mundo" (p. 59);
- "O sertão é sem lugar" (p. 268);
- "Sertão é isto, o senhor sabe: tudo incerto, tudo certo" (p. 121);
- "O sertão tem medo de tudo" (p. 237).