Florbela Espanca
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Florbela Espanca, batizada Flor Bela Lobo (Vila Viçosa, Portugal; 8 de dezembro de 1894 — Foz do Douro, 8 de dezembro de 1930), foi uma poetisa portuguesa. Precursora do movimento feminista em Portugal.
- Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
- Do que os homens! Morder como quem beija!
- ser mendigo e dar como quem seja
- Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
- - "Ser Poeta", in Sonetos completos - Página 127, de Florbela Espanca - Publicado por Livraria Gonçalves, 1950 - 203 páginas
- "Há uma primavera em cada vida
- é preciso cantá-la assim florida."
- - Charneca em flor: sonetos - Página 30, de Florbela Espanca - Publicado por A. Gonçalves, 1931 - 78 páginas
- "Quem disser que pode amar alguém pela vida inteira é porque mente".
- - Charneca em flor: sonetos - Página 30, de Florbela Espanca - Publicado por A. Gonçalves, 1931 - 78 páginas
- A lembrança dos teus beijos
- Inda na minh'alma existe,
- Como um perfume perdido,
- Nas folhas dum livro triste.
- - do poema "Cantigas leva-as o vento..." [1]
- Ai as almas dos poetas
- Não as entende ninguém;
- São almas de violetas
- Que são poetas também.
- - do poema "Poetas" [2]

