Enéas Carneiro

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Enéas Carneiro (Foto: Antônio Cruz)
Enéas Carneiro (Foto: Antônio Cruz)
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Enéas Ferreira Carneiro (Rio Branco, 5 de novembro de 1938 - 6 de maio de 2007 ); foi um político brasileiro, fundador do Partido da Reedificação da Ordem Nacional, o PRONA.


  • "Uma palavra só: nacionalista. Nós defendemos a iniciativa privada, queremos dar um empurrão gigantesco na indústria nacional. Precisamos que o nosso industrrial possa sobreviver e não se transformar, pouco a pouco, em revendedor de produto estrangeiro. Quero que o nosso agricultor possa produzir, e não, como agora, a gente tendo de importar feijão. O velho conceito da esquerda está acabado. Mas também o que está aí à direita, que hoje está assimilada ao modelo neoliberal especulativo, não queremos mesmo. Por isso, não há como definir esse novo modelo: somos nacionalistas, defendemos a iniciativa privada, o industrial, a agricultura, todo mundo que quiser produzir."
- Definindo seu perfil ideológico, em entevista ao Jornal Tribuna da Imprensa, no dia 09/02/98.
  • "A bomba atômica é fundamental. Não para jogar em ninguém, mas para sermos respeitados. É o que em geopolítica se chama dissuasão estratégica. Isto quer dizer, deixem-nos em paz. Quando se tem a bomba atômica senta-se para conversar em condições de igualdade. O mesmo acontece com as Forças Armadas. Se eleito, irei triplicar o seu efetivo. Elas são o braço armado do povo."
- Em entrevista à Revista Isto É, no dia 13/05/98.
  • "A verdade é clara como água de rocha, como líquor de quem não tem meningite séptica."
- "Em CPI do Mensalão, no dia 04/08/2005."
  • "Sua excelência, já discuti com ele certa feita ao vivo, não tem o mínimo de arrumação intracromossomial específica para dirigir o país."
- Sobre o presidente Luis Inácio Lula da Silva, em CPI do Mensalão, no dia 04/08/2005
  • "Já me chamaram até de Mussolini. Não me incomodo, apenas me divirto. Não conheço Le Pen, não gosto destas atitudes de agressão ao ser humano e sou contra a pena de morte. Não gosto dos neonazistas, isto é barbarismo. Eu gosto de ordem, de disciplina, de respeito aos valores tradicionais, de respeito à família, à propriedade, ao Estado e à Igreja. Sou contrário à discriminação das drogas. Estas comparações me fazem rir. Elas são feitas por ignorância profunda ou por má-fé explícita. Não quero que me amem ou me odeiem. Quero que saibam exatamente o que eu penso. Na televisão, eu desmoralizo todo mundo. Em um minuto ou meio segundo, eu sacudo a população quando falo. Reduzo meus adversários a pó."
- Em entrevista à Revista Isto É, no dia 13/05/98.
  • "Se, depois de tomar posse na Presidência da República, passado o período de seis meses, ainda existirem crianças nas ruas, abandonadas, sem escola, mendigando, eu e todos os meus companheiros de equipe renunciaremos às nossas funções".
  • "Quero que quem disse que eu sou o novo "macaco Tião" venha a minha frente que eu o reduzirei a sub-nitrato."
- Quando perguntado se o elevado número de votos que recebeu nas eleições presidenciais não teria sido um protesto bem-humorado da população assim como milhares de eleitores do Rio de Janeiro fizeram ao votar em um chimpanzé nas eleições para prefeito.
  • "Sou um homem normal, que come, gosta de mulher e usa o vaso sanitário."
  • "Miasmas pútridos emanam no Congresso em Brasília, contaminando o ar da metrópole. Mas o meu nome não exala odor mefítico, porque não chafurda no pântano da ignomínia"
- Em sua campanha a Câmara dos Deputados, em 2006"
  • "Com barba ou sem barba, meu nome é Enéas!! 5656!!"
- Em campanha em 2006
  • "Ele era um nacionalista. Uma figura de muita relevância para o Partido da República, que ele ajudou a fundar. Infelizmente, ele não teve tempo de participar do partido devido à leucemia",
-Luciano Castro (deputado federal PR/RR), comentado sobre a curta participação de Éneas no seu novo partido, PR, ao saber de sua morte

[editar] Bordões

  • "Meu nome é Enéas!"
- Bordão que o consagrou durante o horário de propaganda política na TV brasileira, sempre acompanhando da 5ª de Beethoven ao fundo.
  • "Dê-me três minutos e a eleição acaba."
- Usado várias vezes ao longo de campanhas e discursos.
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