Cora Coralina
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Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas (20 de agosto de 1889 - 10 de abril de 1985) foi uma poeta goiana.
- - "O tesouro da casa velha" - Página 5, de Cora Coralina, Dalila Teles Veras - Publicado por Global Editora, 1989 ISBN 8526002384, 9788526002388 - 98 páginas
- - citado em "No santuário de Cora Coralina" - Página 33, de José Mendonça Teles - Publicado por Editora Kelps, 2003 - 114 páginas
- "Era um bolo econômico, / como tudo, antigamente. / Pesado, grosso, pastoso. / (Por sinal que muito ruim.)"
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- - Poemas dos becos de Goiás e estórias mais - Página 53, de Cora Coralina - Global Editora, 1983 - 237 páginas
- "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
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- - Vintém de cobre: meias confissões de Aninha - Página 136, de Cora Coralina - UFG Editora, 1983 - 195 páginas
- "Renovadora e reveladora do mundo
- A humanidade se renova no teu ventre.
- Cria teus filhos,
- não os entregues à creche.
- Creche é fria, impessoal.
- Nunca será um lar
- para teu filho.
- Ele, pequenino, precisa de ti.
- Não o desligues da tua força maternal."
- - Vintém de cobre: meias confissões de Aninha - Página 159, de Cora Coralina - UFG Editora, 1983 - 195 páginas
[editar] Atribuídas
- "O que importa na vida não é o ponto de partida, / mas a caminhada.
- Caminhando e semeando, no fim terás o que colher!"
- - citado em ESTRUTURA DA LINGUA IATE - Página 5, de Geraldo Lapenda - Editora Universitária UFPE, ISBN 8573152818, 9788573152814 - 278 páginas
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- - 3001 pensamentos - Página 131, de Gerardo Cabada, Edicoes Loyola, ISBN 8515023075, 9788515023073
[editar] Falsas Atribuições
- Após contato com Célia Bretas Tahan, jornalista, escritora e neta de Cora Coralina, esta confirmou que todos os poemas inéditos de Cora se encontram em poder de sua mãe, Vicência Bretas Tahan (única filha de Cora ainda viva e autora da biografia romanceada "Cora Coragem Cora Poesia") e o poema vinculado pela mídia "Não Sei" e/ou "Saber Viver" ( = contendo as letras de Não Sei não fazem parte do acervo da referida autora.). A divulgação do apócrifo surgiu, porque junto ao poema veio um acréscimo (de origem desconhecida) do verso sem estar entre as aspas: “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" do poema Exaltação de Aninha (O Professor) de Cora Coralina, in: Vintém de cobre: meias confissões de Aninha, 9. ed., São Paulo: Global, 2007.