António Lobo Antunes

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António Lobo Antunes (1 de setembro de 1942) é um novelista português.


  • "É preciso viver, viver como homem comum entre homens comuns. Só um homem comum pode fazer grandes coisas."
- Courrier Internacional, 01.2007
  • "Eu não sei o que é que é light, sei o que é light em relação a cigarros. Há literatura, e não há literatura. Pois a literatura não é isso, é uma coisa nobre, a literatura é o que faz o Dostoievski."
- entrevista na RTP 2, programa Por outro lado, 04.04.2006
  • "São precisas muitas mulheres para esquecer uma mulher inteligente."
- Diário de Notícias, 17.02.2006
  • "Não sou um senhor de idade que conservou o coração menino. Sou um menino cujo envelope se gastou."
- conto "A Velhice"; Livro de Crónicas, 1998
- Livro de Crónicas, 1998
  • "Muitas vezes, põem-se meninos e meninas de vinte anos a escrever críticas. E há outros que também escrevem romances. É muito raro aparecerem bons romances antes dos trinta anos, muito raro. Um tipo só pode fazer uma coisa de jeito depois de ter passado pelas coisas. Se não viveu, os livros até podem estar «tecnologicamente» correctos, mas não há ali mais nada. A experiência de vida cada vez mais me parece fundamental."
- Ler, 1997
  • "No fundo o que é um maluco? É qualquer coisa de diferente, um marginal, uma pessoa que não produz imediatamente. Há muitas formas de a sociedade lidar com estes marginais. Ou é engoli-los, transformá-los em artistas, em profetas, em arautos de uma nova civilização, ou então vomitá-los em hospitais psiquiátricos."
- Público, 18.10.1992
  • "Eu penso que aquilo que faz com que nós continuemos vivos e capazes de criar é isso mesmo, uma inquietação constante. Sem ela não pode haver criação, quem não põe sempre tudo em causa, arrisca-se a ter uma vida interior de três assoalhadas, num bairro económico."
- O Jornal, 30.10.1992
  • "Quem não tem dinheiro, não tem alma"
- entrevista a Ericka Montaño Garfias, La Jornada, publicado em 26.11.06 [1]