André Azevedo da Fonseca

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André Azevedo da Fonseca (Uberaba, Minas Gerais, 16 de março de 1975 - ) é um historiador, jornalista, escritor e educador brasileiro.



  • "Períodos eleitorais tornaram-se um dos momentos mais despolitizados da vida em sociedade."
- artigo "Como conhecer o caráter dos candidatos?"
  • "Ao contrário do que os políticos profissionais e seus acessores costumam pregar para justificar sua existência, transformações sociais nunca são resultados de atos individuais, mas dependem de uma série de pré-condições que a sociedade como um todo impõe através da imprensa, das associações, dos sindicatos e das manifestações públicas."
- artigo "Por uma nova história do povo de Uberaba" publicado em Midia Independente
  • "Se queremos entender como a cidade se tornou o que é, não devemos estudar apenas uma exceção de cidadãos que ocuparam cargos públicos. Essas figuras excepcionais não vivenciam a mesma experiência que nós. Para interpretar a história de nossa gente, devemos olhar para a vida das pessoas comuns em suas contradições e diversidades."
- artigo "Por uma nova história do povo de Uberaba"
  • "O raciocínio racista, quando formulado de forma cordial, com sorrisos simpáticos, torna-se particularmente perigoso, pois domestica a rebeldia, amansa a indignação e enraíza ainda mais essa mentalidade no espírito coletivo."
- artigo "Serviço de preto!", publicado em Midia Independente
  • "Os homens perspicazes não fazem mais que tatear suas dúvidas até que o acaso ilumine uma intuição."
- no artigo "Meu labirinto de leituras"
  • "Em uma sociedade complexa e repleta de rápidas transformações, o conhecimento não deve jamais ser tratado como algo estático. Se prosseguir contentando-se com fórmulas solidificadas pela velha tradição, a escola será cada vez mais irrelevante diante da plasticidade do mundo contemporâneo."
- artigo "O uso do diário virtual (blog) como portfólio digital: uma proposta de avaliação". In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, XXIX, 2006, Brasília. Anais... São Paulo: Intercom, 2006.
  • "A história do povo foi raptada, encarcerada e passa fome. Nunca contaram nossa história. Quando procuramos nos livros, encontramos sempre as mesmas referências a duas dúzias de figurões que, pelo único mérito de terem sobrenomes, deixaram registradas a sua ilustre presença nos cargos honoríficos que seus próprios compadres os levaram. Não é à toa que a população em geral ignora essa história. De fato, ela não nos diz respeito."
- no artigo "Por uma nova história do povo de Uberaba"
  • "Ninguém fica doido de tanto estudar! É mais fácil ficar doido de tanto ser burro."
- no artigo "Pacto pela inteligência"
  • "A ignorância não é uma benção. Se os inteligentes sofrem por suas inquietações existenciais, os estúpidos sofrem por coisas inacreditavelmente idiotas."
- no artigo "Pacto pela inteligência"